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Conhecer-se é como navegar em mar de mistério...
Mas não se preocupe, sei velejar!
Quando iniciaremos nosso embarque?

Atendimento psicoterapêutico | Escutadora de histórias 
CRP 06/194667

Notas sobre mim:

Ô maravilha ter você por aqui! Bem-vindo(a)!

 

Meu nome é Lorranie Suzan. Sou Psicóloga e atuo pelo viés Existencial Humanista.

Sou Paliativista e Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein, Especialista em Saúde Mental pela modalidade Residência Multiprofissional na Universidade Federal de Uberlândia e Pós-graduanda em Psicologia Existencial e Humanista pela Faculdade Líbano.

Desde a minha infância, escutava que eu deveria ser psicóloga, uma vez que sempre fui apaixonada pelo ato de escutar histórias, de conhecer outros modos de pensar, sentir e existir.

 

Nas horas vagas, permito-me aprofundar em outras narrativas por meio da leitura e ampliar meu olhar através da fotografia, com o propósito de registrar os ambientes que permeio, para quando a memória falhar.

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O que é psicoterapia?

A psicoterapia é um espaço para repensarmos relações, a que temos conosco e com os outros. Questionarmos certezas, refletirmos sobre nossas escolhas, nos tornarmos mais conscientes do viver que estamos construindo e dos caminhos que estamos traçando. Tornarmos nosso olhar mais atento ao que nos atravessa e nos despertarmos para algo que, pela desimportância recebida, não era cuidado. Trata-se de um processo de reconstrução de significados, sobre o eu, sobre o modo de se relacionar e sobre o mundo. 

Entretanto, a psicoterapia é uma dança de duas pessoas. Posso estar inteiramente disponível para escutar, acolher e caminhar com você, mas preciso que você aceite dançar em conjunto. Você pode reescrever sua história, modificar sua narrativa e criar novos caminhos. Use isso ao seu favor.

Compreendendo o olhar Existencial Humanista

O olhar Existencial Humanista no contexto do acompanhamento psicoterapêutico parte da compreensão de que o ser humano é responsável pelas escolhas que realiza, inclusive quando escolhe não escolher. Reconhece-se a autonomia sobre a própria vida e história, conforme as condições que se apresentam. Cada pessoa é vista e compreendida como alguém que, mesmo diante de possibilidades, necessidades e limites, escolhe, responde e constrói modos de ser e estar no mundo, consigo e com os outros.

 

Sei que em momentos de angústia e dor, desejamos a cura, todavia, não há um único caminho para isso e nem sempre ela é possível. Compreende-se que o cuidado não visa suprimir a dor, mas busca favorecer a criação de um modo de existir mais consciente, responsável e autêntico. Na clínica existencial-humanista, não se trata de indicar direções ou oferecer rotas prontas, mas de sustentar a companhia e a luz necessárias para que, mesmo em travessias de escuridão, você possa reconhecer e iluminar, por si, os caminhos que lhe pertencem.

 

Entendemos que cada história é única, cada ser leva consigo uma bagagem e possui um ritmo, uma maneira de conduzir a própria caminhada. No encontro terapêutico, caminhamos em uma relação dialógica, em que não há um saber acima do outro, mas o reconhecimento da sua experiência como central, considerando que ninguém melhor do que você para conhecer a si mesmo e a própria trajetória. Nesse percurso de cuidado, temos a oportunidade de aprofundar e compreender a maneira como você vive, sente, pensa e age, bem como de construir possibilidades para que você viva, sinta, pense e aja de modo cada vez mais saudável e congruente com a vida que lhe interessa.

Estou proseando muito, não estou?! :') Sendo assim, por fim, não vemos o humano e seu adoecimento psíquico como um problema a ser consertado, mas uma existência a ser compreendida e, a partir dessa compreensão, buscamos identificar e nutrir possibilidades de que essa pessoa possa existir de forma mais habitável, ampliando seu campo de escolhas, seu sentido no mundo, apropriando-se de si e, diante disso, transformando-se. Se a pessoa possui algum diagnóstico, o consideramos, entretanto, o foco não é o diagnóstico em si, mas como a pessoa vivencia essa experiência, como entende o adoecimento e lida com ele, o que este significa para ela e como a afeta. O sofrimento é escutado a partir do sentido que tem para quem o vive, o sente.

Bom, me silencio por aqui, todavia, qualquer dúvida existente, estou aberta para prosearmos. Combinado?

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Vamos prosear?

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